Aprendi este jogo no livro Pollyana (Eleanor H. Porter). Já faz um tempinho que o li, então não lembro de detalhes, mas... Pollyana, a personagem principal, é uma menina sem muita sorte na vida, na verdade, sem nenhuma, aos olhos de qualquer um: seus pais nunca tinham muito dinheiro, e, quando a menina era criança, faleceram. Por isso, ela foi morar com uma tia, rica em recursos materias, mas muito pobre em sentimentos (bons). No meio de tantos motivos para, no mínimo, sair reclamando, gritando, chorando, a menina nos apresenta uma nova forma de olhar para a vida: seu pai ensinou a ela o Jogo do Contente. Não tem muitas regras. Você só precisa olhar para a situação que está vivendo e achar nela um ponto interessante. Para as situações momentâneas é fácil ver o lado bom, mas, às vezes, isso requer algum esforço. Na história, é muito bonitinho ver como ela encara as coisas, já, quando se tratam de pessoas reais com sentimentos reais, não é todo mundo que abre a cabeça pra esse tipo de experiência otimista. Eu abri a minha. Por pior que seja a situação pela qual você passa, é sempre legal procurar por um lado bom. Até acho errado chamar de “lado bom”, porque tem coisas que, de fato, não tem nada de bom. Mas em tudo existe o lado menos mal. Existe o lado bom que aconteceu, mas não acontece mais; existe o lado ruim, que sempre foi ruim, mas o futuro pode bater na sua porta a qualquer momento, e o lado bom pode estar presente nele. O que estou tentando dizer é que, por pior que seja a realidade, ela, uma hora, vai deixar de ser realidade, vai virar passado. Você vai sair diferente de ta situação, de alguma forma, seja com novos princípios, com novas formas de pensar... E tudo isso que foi adquirido ou modificado, vai servir para situações futuras, as quais poderiam ser bem piores se você não tivesse adquirido/modificado seus pensamentos, justamente por causa da situação anterior. “Deus escreve certo por linhas tortas” – sou a prova viva dessa frase, acredite. Perdi as contas de quantas vezes eu fiz um draaaaama (com muito ‘a’ mesmo) por alguma coisa, da mais simples àquela que ninguém gostaria, e, um tempo depois – uma hora, um dia, uma semana, um mês, um ano... – eu percebi que as melhores coisas que me aconteceram, só aconteceram por que o meu “momento drama” veio antes, foi ele quem abriu a porta para o que veio logo em seguida.
O tempo não é o remédio. Ele só deixa que o futuro atue, mostrando o lado bom.
É esse, o Jogo do Contente. Não enjoa; pelo contrário, quanto mais você joga, mais da vontade de jogar.
O tempo não é o remédio. Ele só deixa que o futuro atue, mostrando o lado bom.
É esse, o Jogo do Contente. Não enjoa; pelo contrário, quanto mais você joga, mais da vontade de jogar.
É incrível como voce captou a maneira de jogar e o objetivo deste jogo,sensacional, com certeza voce sempre sairá vencedora. Beijos
ResponderExcluir....se todos fossem iguais a voce...
ResponderExcluirPARABÉNS GABI-RO7, VOCÊ TEM SABIDO ESCREVER AS COISAS CERTAS NOS MOMENTOS OPORTUNOS, SUA MATURIDADE E TEXTOS AGRADÁVEIS À LEITURA NOS TORNAM UM ASSÍDUO FREQUENTADOR DO SEU BLOG...CONTINUE ASSIM É ANIMADOR PODER LER ESSAS MENSAGENS SEMPRE QUE ENTRAMOS NA SUA PÁGINA.
ResponderExcluirBEIJOS
JCJ...SEU ETERNO ADMIRADOR
se vc escrevesse mais sobre si mesma faria uma autobiografia xD
ResponderExcluirmuito show esse jogo do contente eu ja praticava ele sem saber xD
flw protegida
bejão
Aaah eu já li esse livro, cara *-*... é muito bonitinho.
ResponderExcluirBom jogo do contente pra você ;D
beijos,
Patee.
eu tbm li esse livro, várias vezes :3
ResponderExcluiro jogo do contente é difícil de jogar, mas vale a pena... ver a vida pela ótica otimista sempre traz vantagens!
boa sorte no jogo, amiga
aliás, seu layout novo eh mto bonito!
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