sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Bom dia, último dia do ano!

Garanto que 99% dos brasileiros já fizeram suas promessas para o ano novo, suas resolutions pra dois mil e onze (dois mil e onze é tão estranho, não da pra fazer nenhum trocadilho como dois mil inove ou dois mil e desenvolva).
Ano novo, vida nova. Isso de mudar de ano é a melhor invenção possível. Incrível como um minuto pode fazer tanta diferença na cabeça da gente: quando a gente vê 00:00 doa dia 31/dez para o dia 1/jan, é como se recarregássemos nossas baterias. Nos enchemos de esperança, amor, planos (, champagne)... É como se nascêssemos de novo. Tudo que deu errado no ano anterior é apagado, e a gente começa tudo outra vez, bem do jeito que queremos.
Então, desejo a todo mundo um 2011 melhor do que 2010. Desejo muita força, para que você possa realizar tudo aquilo que você escreveu no caderninho de Metas para dois mil e onze (Força para vocês atingir suas metas, porque, surpresaaaaaaa: elas não se atingem sozinhas!!) Desejo a vocês tudo aquilo que vocês desejarem a si mesmos. Que você possa ser exatamente quem você quer ser (seja o que você quiser, Barbie Girlllllll.. ninguém nunca viu a propaganda? Hahaha) Desejo um mundo melhor, mais comunicação. Paz. Muita paz.
Quanto a mim, minha meta é ser uma pessoa melhor do que fui esse ano, tentar errar menos e arriscar mais, ter menos papas na língua, ser mais organizada (mamãe agradece!)... Ok, ok, eu sei que não vou conseguir mudar tudo que quero em uma noite, mas prometo trabalhar isso durante o ano.  Vou continuar trabalhando Firework dentro de mim hahahaha
Aliás, se você não está contente consigo mesmo, promete que, em 2011 vai melhorar para agradar a si mesmo. Afinal, se você não gostar de você, quem vai gostar? Vê a tradução de Firework, da Katy Perry, é linda demais, e ajuda a dar aquele empurrãozinho pra você ser quem você quer, sem ter vergonha de nada/ninguém.


Além de desejar várias coisas, fazer vários planos, ainda fazemos aquelas simpatias: cor que representa alguma coisa, lentilha, uva, dólar de baixo do pé direito, pular ondinhas... Com tanta coisa pro nosso ano ser bom, acabamos esquecendo de agir por nós mesmos, sem contar com a sorte... Então, para o nosso 2011 ser PER-FEI-TO, vamos desejar, traçar metas, fazer vááááááárias simpatias, mas nunca, jamais, vamos esquecer-nos de agir. De tornar real, de batalhar.
E, por fim, agradeça pelo seu 2010, seja o que tenha acontecido nele. Por pior que tenha sido, é parte de você, do que você é. Para mim, 2010 foi, de longe, o ano mais intenso que eu tive. Não tem nem como descrever, do melhor momento, ao pior momento da minha vida, eu passei em 2010. Eu sei que, se conselho fosse bom, não seria de graça, mas... acredite, sempre.
That’s it ;)
ps: desculpem não ter nada sobre o Natal, é que a situação tava meio complicada, aí não rolou... Mas ano que vem, garanto que terá hahahahahaha

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Jogo do Contente

Aprendi este jogo no livro Pollyana (Eleanor H. Porter). Já faz um tempinho que o li, então não lembro de detalhes, mas... Pollyana, a personagem principal, é uma menina sem muita sorte na vida, na verdade, sem nenhuma, aos olhos de qualquer um: seus pais nunca tinham muito dinheiro, e, quando a menina era criança, faleceram. Por isso, ela foi morar com uma tia, rica em recursos materias, mas muito pobre em sentimentos (bons). No meio de tantos motivos para, no mínimo, sair reclamando, gritando, chorando, a menina nos apresenta uma nova forma de olhar para a vida: seu pai ensinou a ela o Jogo do Contente. Não tem muitas regras. Você só precisa olhar para a situação que está vivendo e achar nela um ponto interessante. Para as situações momentâneas é fácil ver o lado bom, mas, às vezes, isso requer algum esforço. Na história, é muito bonitinho ver como ela encara as coisas, já, quando se tratam de pessoas reais com sentimentos reais, não é todo mundo que abre a cabeça pra esse tipo de experiência otimista. Eu abri a minha. Por pior que seja a situação pela qual você passa, é sempre legal procurar por um lado bom. Até acho errado chamar de “lado bom”, porque tem coisas que, de fato, não tem nada de bom. Mas em tudo existe o lado menos mal. Existe o lado bom que aconteceu, mas não acontece mais; existe o lado ruim, que sempre foi ruim, mas o futuro pode bater na sua porta a qualquer momento, e o lado bom pode estar presente nele. O que estou tentando dizer é que, por pior que seja a realidade, ela, uma hora, vai deixar de ser realidade, vai virar passado. Você vai sair diferente de ta situação, de alguma forma, seja com novos princípios, com novas formas de pensar... E tudo isso que foi adquirido ou modificado, vai servir para situações futuras, as quais poderiam ser bem piores se você não tivesse adquirido/modificado seus pensamentos, justamente por causa da situação anterior. “Deus escreve certo por linhas tortas” – sou a prova viva dessa frase, acredite. Perdi as contas de quantas vezes eu fiz um draaaaama (com muito ‘a’ mesmo) por alguma coisa, da mais simples àquela que ninguém gostaria, e, um tempo depois – uma hora, um dia, uma semana, um mês, um ano... – eu percebi que as melhores coisas que me aconteceram, só aconteceram por que o meu “momento drama” veio antes, foi ele quem abriu a porta para o que veio logo em seguida.
O tempo não é o remédio. Ele só deixa que o futuro atue, mostrando o lado bom.
É esse, o Jogo do Contente. Não enjoa; pelo contrário, quanto mais você joga, mais da vontade de jogar.