quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Dobby’s friendship

Acabo de ver Harry Potter e as Relíquias da Morte (um salve pra Thaís, Danillo, Pedruco, Bruno e Felipe que viram comigo), e, como grande parte de quem assistiu, também lacrimejei (EU NÃO CHOREI! – O Bruno chorou k) no momento em que Dobby – o melhor elfo, morreu.
Tudo bem, eu sei que ele não é nada real, e que, se fosse, não teria morrido de verdade (Dobby always alive in our hearts), mas eu não quero falar do Dobby como elfo, eu quero falar dele pelo que ele representa: amizade, cumplicidade.
Porque amigos assim não se vêem mais com tanta freqüência. A palavra, as promessas estão sendo banalizadas: muita gente fala “Eu te amo” e “Conte comigo” constantemente, e até escrevem isso diversas vezes em depoimentos no Orkut, mas, na hora em que precisamos da ajuda, são pouquíssimos aqueles em que podemos nos apoiar.
E é aqui que Dobby entra: a partir do momento no qual ele disse ou demonstrou ao Harry que estaria lá, ele esteve. Não se importou com as conseqüências que poderia sofrer, apenas esteve presente (Ok, morrer é meio drástico, mas dá pra entender o que eu estou tentando dizer...). Isso sim, é amizade. É estar lá, apenas estar lá.
Para uma amizade nascer, é necessário tempo e espaço. Uma vez que você conquista a amizade de alguém... “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas” (ó O Pequeno Príncipe aí gente!) Equívocos acontecem todo o tempo, um deslize (não chamo de erro, porque é uma palavra muito forte, e o que é erro para alguns, pode não ser para outros) jamais acabaria com uma amizade. Aliás, nada acaba com ela, se não for proposital.
Eu procuro sempre ter algum significado no que eu digo, nas promessas que eu faço. Até estava falando para uma amiga minha outro dia: quando eu chamo alguém de amigo, é porque não é colega, é amigo. E, para mim, não existem “tipos de amizade”, existe amizade e só.
Quanto a mim, não posso reclamar de nada, porque tive a sorte de encontrar amigos, os melhores do mundo.  
(Aproveitando o friendship feeling, eu só queria agradecer aos meus amigos. OBRIGADA por estarem lá)



"Dobby não queria matar ninguém. Dobby só queria mutilar ou ferir gravemente"

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Nameless feeling

Ultimamente ando meio assustada com a minha felicidade. Eu concordo, isso soa um tanto quanto estranho, mas não consigo lembrar da última vez que me senti assim, tão alegre. Não que eu fosse triste, mas, definitivamente, nasceu um brilho no meu olhar que, antes, era raro aparecer e, agora, está sempre ali.
Não é como se a pressão do vestibular e o desagradável do dia-a-dia sumissem, é como se tudo estivesse perfeito mesmo com o dia-a-dia turbulento.
É, mesmo com o medo do amanhã, esperá-lo de braços abertos, firme e forte para o que acontecer. É saber que posso cair a qualquer momento, e continuar subindo cada vez mais, sem me importar com o tamanho que possa ter a queda. É querer arriscar sempre e, de fato, fazê-lo. É seguir a intuição e ter certeza de que ela está certa. É acreditar que você faz a diferença. Quando surge a pergunta “Porque você está tão feliz assim?”, é poder responder, com bastante sinceridade “Eu não preciso de motivos para estar assim, nem tenho motivos para não estar”. É se jogar para vida, sem se importar com nada. Até poderia comparar o meu estado de espírito com o baile: dançar como se não tivesse ninguém em volta, sentir cada célula do meu corpo envolvida comigo mesma.
Mas, o nome que eu gostaria de dar a esse sentimento que permanece dentro de mim... ah, isso é algo que ficarei te devendo: é um sentimento sem nome.
Aliás, outra coisa que tenho reparado, é que os melhores sentimentos não têm nome. É uma mistura de todos aqueles que conseguimos nomear e mais alguma coisa – e é exatamente essa alguma coisa que faz toda a diferença. Sinceramente, não me importo de não saber o nome dessa coisa gostosa que ando sentindo, quero, apenas, que continue presente dentro de mim.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

A todos nós, que fizemos a ultima prova hoje... :')

Acabou. Nunca mais vou ter que usar a farda cáqui que carreguei por seis anos. Chega de meia-calça toda sexta feira. Esmalte? Só da cor que eu quiser.
Sim, sentirei saudades. Chorarei. Olharei as fotos do Dia da Infantaria, dos 7 de setembro e até mesmo dos dias normais de aula.
Nunca mais levaremos FO, atvest ou retiradas. Mas quais serão as repreensões que a vida nos dará? Não sei o futuro que construiremos e quais obstáculos existirão nele, mas eu sei que a conseqüência de tudo o que faremos será bem maior do que perder alguns pontos de comportamento ou, eventualmente, algum fim de semana para ficar estudando no colégio.
Não posso dizer que estou completamente segura de seguir caminhando com as minhas próprias pernas. A sociedade vai julgar. É difícil ter-se primeiras impressões em um sistema no qual todos usam a mesma roupa, o mesmo “penteado”, os mesmos esmaltes clarinhos e brincos que não passam o lóbulo da orelha. Se já nos irritamos com as fofocas e intrigas que foram geradas apenas pelos nossos atos – sem julgamento prévio, será que quando nos vestirmos de acordo com a nossa personalidade, tais fofocas e intrigas não serão mais intensas?
Deixar esse colégio não é o fim das obrigações nem o fim dos estudos. Deixá-lo é o fim do início. Isso mesmo. É o fim da etapa em que temos chance de recuperar o estudo perdido, em que faltar aula é aceitável, que as broncas não tem grandes conseqüências. Agora tudo é pra valer. É como se saíssemos do modo “training” no vídeo game e fossemos jogar correndo o risco do game over ser real. Entramos em um mundo onde segundas chances são para poucos.
Em meio a todos os medos e angustias de qualquer aluno que deixa o ensino médio somado aos meus próprios medos e angustias, sinto uma pontinha de confiança, orgulho e segurança, pontinha essa que crescerá e tomará conta de mim. Eu sei a base que tive. Por mais que reclamemos, é inegável que o Colégio Militar nos deu uma base que nenhum outro colégio seria capaz de dar.
Quanto ao Zum Zaravalho, o levarei sempre na minha história. E no meu coração.
(finjam que não ficou tão gay assim, ok? haha)

Lindos :*

domingo, 14 de novembro de 2010

Where dreams come true

E aí, gente?
Recebi uma corrente de uma amiga minha, a Thaís, e, ao contrário da maioria das correntes, eu gostei dessa :B
Se trata de fazer uma lista com cinco sonhos e indicar cinco pessoas para fazê-lo também. O problema é que eu sou meio inconstante, e meus sonhos mudam rápido demais, bem tipo "Prefiro ser aquela metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo", sabe? O pior é que meus sonhos, quando mudam, nunca são muito parecidos. É fácil ir de "Quero ser uma médica de sucesso em hospital público" a "Quero ganhar na loteria e não fazer mais nada da vida" em uma tarde. Sinceramente, não sei até que ponto isso é bom, e as vezes acho que só serve pra mostrar o quanto eu sou complicada.
Mas sempre tem aqueles sonhos que volta e meia rondando nossa mente.
Talvez seja difícil me imaginar assim, mas eu queria muito trabalhar com pessoas carentes, naqueles hospitais públicos em que o médico não gosta de trabalhar porque ganharia sete mil reais a menos do que deveria ganhar por cirurgia. Mas, tem coisa mais bonita? Eu não quero medicina pelo dinheiro, eu quero pelo amor ao próximo mesmo, pela paixão por descubrir alguma resposta para as tantas perguntas da ciência.
Viajar pelo mundo é outra coisa que eu adoraria fazer. Tirar um tempo sem fazer nada para conhcer todos aqueles lugares magníficos que, por enquanto, visito só no Google Earth! Não quero só passar por Londres, Los Angeles e esses lugares de filmes Holywoodianos. Adoraria ir para a África também. Conhecer da miséria até o luxo, é isso. Conhecer o mundo e tudo que pode ser visto nele. (Adoraria uma semi-profissional pra gravar tudo, rs)
Poder junatar todas as pessoas que eu amo em um mesmo lugar. Parece ser o sonho mais simples, mas, acredite, não é. Juntar Rio de Janeiro, Santa Maria, Brasília, São Paulo e El Salvador em um mesmo lugar é bem complicado. É que eu tava conversando com a Milena (Santa Maria - RS) sobre como é difícil conquistar uma família em cada lugar que eu vou, e, depois de uns dois anos, ter que deixar tudo pra trás. Isso dói. Muito. Dói mais que bater o dedinho na quina da cama. E dói mais ainda quando você fica triste, e as pessoas que você ama, também. A tristeza vem em dobro, e você não tem como explicar que queria voltar, mais não pode, porque é realmente difícil de entender. E fica cada vez mais difícil quando a outra pessoa não entende, e você não tem mais argumentos para usar. E é horrível quando quem você ama, fica mal, nao é?
Para meu quarto sonho, quero colocar uma coisa muito, muito fútil. Me desculpem, mas, conhecer o elenco de Friends é mesmo um sonho. Friends, cara. Não tem como explicar. (Um salve pra Rebecca, do Rio, que me apresentou esses seis lindos!) E, conhecer Matt LeBlanc, Matthew Perry, David Schwimmer (tenho uma foto autografada! *-*), Jennifer Aniston, Courteney Cox e Lisa Kudrow, seria muito tudo.
Para o último sonho, eu adoraria realizar meus sonhos hahaha. Mas prometo fazer tudo que estiver ao meu alcance (e, se eu não estiver de tpm, faço até um pouco mais hahaha) pra realizar tudo aquilo que eu quero.
Quanto aos próximos cinco blogueiros que indicarei para fazer a lista, não conheço muitos, mas vou perguntar por aí e depois falo pra vocês (: